Um mestre de obras de 42 anos foi detido na manhã de quinta-feira, 03, em Jundiaí, com uma ambulância da rede municipal de Vinhedo. O veículo foi furtado na madrugada, do estacionamento de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no Jardim Santa Rosa. O homem é morador da Zona Norte de São Paulo e, segundo a família, tem problemas psiquiátricos. Ele foi detido quando acessava a Rodovia Anhanguera, no sentido Campinas.
 
O furto foi por volta das 5h30. A ambulância estava com a chave no contato. Segundo consta no boletim de ocorrência, o motorista contou que deixou o veículo por cerca de cinco minutos sozinho para “ver os equipamentos” e quando retornou não mais achou a ambulância. Ele teria avisado a Guarda Municipal, que avisou as unidades operacionais da região para fazerem rondas em busca da ambulância.
 
Segundo a Polícia Civil, o homem contou que ao passar em frente à unidade de saúde, decidiu entrar na ambulância para descansar, mas como viu a chave na ignição ligou e saiu. O mestre de obras dirigiu o veículo pelas ruas da cidade e seguiu para Jundiaí.
 
O veículo, que é o único modelo mais equipado para atendimento de vítimas graves em Vinhedo, foi visto no sistema de monitoramento da GM de Jundiaí na região do bairro Engordadouro e guardas municipais que patrulhavam a região conseguiram localizá-lo e recuperar a unidade.
 
“Não é padrão dos motoristas deixarem chave no conto. Será aberto um processo administrativo pra ver o que aconteceu”, disse o secretário de Transportes e Defesa Social, Júnior Vendemiatti. “A integração das forças de segurança fez com que a ambulância fosse recuperada em menos de 40 minutos”, acrescentou o secretário.
 
A Secretaria de Saúde da cidade conta com uma frota de sete ambulâncias que atendem ao sistema 192 do município. A unidade levada não era de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e foi recuperada sem danos.
 
A ocorrência foi apresentada no 2º Distrito Policial de Jundiaí. O suspeito vai responder por furto qualificado ao patrimônio público e pode pegar de quatro a oito anos de prisão. 
 
* Via Correio Popular

Deixe comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos necessários são marcados com *.